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	<title>comissão para dentistas Archives | Simples Dental</title>
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	<title>comissão para dentistas Archives | Simples Dental</title>
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		<title>Guia completo para comissionar dentista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simples Dental]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 12:37:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[comissão para dentistas]]></category>
		<category><![CDATA[dentista comissionado]]></category>
		<category><![CDATA[parceria dentista comissionado]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="bsf_rt_marker"></div>
<p><em>Confira o que é preciso saber para definir e ter controle financeiro e da sua equipe ao comissionar dentistas</em></p>



<p>A comissão na odontologia é o valor que se paga a dentistas pela prestação de seus serviços.</p>



<p>Essa modalidade de trabalho é a mais comum na área, praticada pela maioria das clínicas e profissionais de odontologia do país.</p>



<p>O comissionamento proporciona maior flexibilidade e autonomia a dentistas. Além disso, a remuneração pode refletir sobre seu desempenho, o que acaba sendo um motivador de crescimento de carreira.</p>



<p>A vantagem desse tipo de pagamento para as clínicas está no impacto positivo em seus resultados. Já que pagam a comissão de acordo com a produtividade do profissional.</p>



<p>Se sua clínica está crescendo ou ainda têm dúvidas de como comissionar seus parceiros de forma eficiente. Confira neste artigo como definir esse modelo de remuneração.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1 → Para clínicas</h2>



<p>É fundamental saber que na odontologia existem duas principais modalidades de contratação, por <strong>comissionamento</strong> e pela <strong>CLT</strong>.</p>



<p>O comissionamento é a mais comum, como citado acima. Nessa categoria, a dentista ou o dentista recebe um valor pelos procedimentos realizados nos pacientes.</p>



<p>Esse valor varia de clínica para clínica, caso a pessoa utilize material e equipamentos odontológicos próprios, por exemplo, entre outros fatores.</p>



<p>Já a remuneração por carteira assinada (CLT) é mais rara dentro dos consultórios e clínicas.</p>



<p>A contratação é caracterizada como vínculo empregatício. Portanto, fica sob as leis trabalhistas, dando direito à pessoa contratada salário fixo, 13º salário, férias, FGTS e demais benefícios.</p>



<p>Neste caso, a clínica também pode optar por comissionar as vendas extras que esses profissionais realizam, apesar dessa prática ser ainda menos frequente na área.</p>



<p id="mecanicas">Nos tópicos a seguir, focaremos na primeira modalidade de contratação, por comissionamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mecânicas de comissionamento</h3>



<p>Na prática, existem três formas de comissionar dentistas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Por procedimento</li>



<li>Por diária</li>



<li>Por produtividade</li>
</ul>



<p>Segundo <a href="https://www.linkedin.com/in/fernando-versignassi-90886813">Fernando Versignassi</a>, cirurgião-dentista, a porcentagem média do mercado odontológico atualmente é até 30% de comissão, dependendo da especialidade e da forma de pagamento adotada.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Valor ou porcentagem fixa por procedimento</h4>



<p>Nesse tipo de remuneração, a dentista ou o dentista recebe um valor fixo ou um percentual por cada procedimento realizado nos pacientes.</p>



<p>Suponha-se que a clínica cobre R$ 200 pela obturação simples. A comissão pode ser de valor fixo, como R$ 20 por obturação, ou por porcentagem, como 30% em cima do preço do procedimento.</p>



<p>Esse pagamento varia de acordo com a tabela de preços de cada clínica.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Valor fixo por diária</h4>



<p>Neste caso, a pessoa recebe um valor fixo referente a um período de atendimento ─ geralmente por dia ─, independente de quantos pacientes estiverem agendados.</p>



<p>Além disso, em muitos casos há o adicional de comissão por venda, relacionado à venda de produtos específicos, como implante, clareamento, prótese e aparelhos ortodônticos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Porcentagem por produtividade</h4>



<p>É também conhecida como remuneração por desempenho ou performance, e atrelada ao que a clínica recebe durante um certo período.</p>



<p id="pagamento">Por exemplo, se a clínica faturar em um dia R$ 2 mil com os serviços daquele profissional. E a comissão definida é 30%, a pessoa irá receber R$ 600 naquele dia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como definir o valor ideal de pagamento</h3>



<p>Seja qual for o comissionamento, é importante observar se o valor pago será rentável para ambos os lados.</p>



<p>Dessa forma, para chegar num cálculo ideal é preciso levar em consideração os seguintes fatores:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A tabela de preços da clínica</li>



<li>A hora clínica</li>



<li>A margem de lucro desejada</li>
</ul>



<p>É possível chegar a um valor adequado de comissão com base nesses fatores para que cada clínica ou consultório pague de acordo com a realidade de cada um. </p>



<p>Além disso, considere também a demanda e tipos de atendimento da clínica.</p>



<p>Exemplo: se a clínica atende mais consultas por convênio que contam com valores mais baixos e possuem um número maior de agendamentos, é interessante que os percentuais de comissão sejam mais altos.</p>



<p>Em contrapartida, os atendimentos particulares têm valor mais alto e o percentual de comissão pode ser menor.</p>



<p><strong>IMPORTANTE:</strong> lembre-se que existem taxas bancárias e impostos que a clínica deve pagar, portanto considere o pagamento de comissão em cima do valor líquido.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tabela de preços</h4>



<p>A tabela de preços é a relação dos preços de cada produto ou serviço. É nela que se estabelece os valores mínimos e máximos que o dentista dará de desconto, as margens de negociação e os cenários em que cada condição é aplicada.</p>



<p>Com isso definido, o administrar da clínica avalia resultados e toma as decisões estratégicas, reduzindo o risco de dívidas ou perder a qualidade da entrega.</p>



<p>Porém, segundo Versignassi, para a maioria dos profissionais de odontologia, precificar seus serviços pode ser um desafio.</p>



<p>“Esse é um grande dilema, a maior parte dos dentistas não tem um software de gestão. Então eles não sabem o quanto ganham ou o quanto gastam. E para formar um preço de venda é preciso saber todo o custo operacional do negócio”, explica.</p>



<p>Neste cenário, de acordo com o dentista, muitos se baseiam em outros profissionais para definir valores, mas esquecem que cada clínica tem seus custos e lucros.</p>



<p>Portanto, é preciso saber o total do custo operacional, ou seja, quais são os gastos de manutenção e administração do seu negócio. Exemplo: contas de água, luz, insumos, aluguel, folhas de pagamento e comissões, etc.</p>



<p>“Saber quanto se vai gastar e em quanto tempo vai entregar um tratamento é essencial para precificar o serviço de forma que sobre dinheiro”, orienta Versignassi.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Hora clínica</h4>



<p>Em suma, a hora clínica é o valor mínimo cobrado por uma hora de trabalho, neste caso, de prestação de serviços odontológicos.</p>



<p>Para fazer esse cálculo basta dividir o valor das despesas fixas do consultório pelo total de horas do mês.</p>



<p>Por exemplo, supomos que a clínica possui o custo operacional fixo de R$ 5 mil mensais. E atende de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, totalizando 50 horas por semana e 200 horas por mês.</p>



<p>Esse valor de R$ 5 mil será dividido por 200 horas e resulta na hora clínica, ou seja, R$ 25. Portanto, o mínimo a ser cobrado de um paciente por hora deve ser de R$ 25 para pagar o custo operacional.</p>



<p>Além disso, a margem de lucro e os custos variáveis, como os gastos com material, por exemplo, também são levados em conta na composição da hora clínica.</p>



<p>“A formação de preço é estratégica e a hora clínica é a base”, comenta Versignassi.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Margem de lucro desejada</h4>



<p>A margem de lucro é aquele valor que sobra após as despesas do custo operacional a serem deduzidas do faturamento da clínica.</p>



<p>A importância de saber a hora clínica é, justamente, para definir uma margem de lucro coerente e realista do que se quer ganhar ao final do mês.</p>



<p id="cuidados">Do contrário, a dentista ou o dentista empreendedor só estará trabalhando para pagar contas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cuidados sobre o comissionamento</h3>



<p>Após definir um valor ou percentual ideal de comissionamento que seja satisfatório para ambos os lados, aprenda a tomar alguns cuidados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Acompanhe todo o processo</h4>



<p>Esse acompanhamento é importante para que haja uma relação de equilíbrio na parceria.</p>



<p>Fique atendo para avaliar se o modelo de comissionamento escolhido está funcionando bem, se o valor é confortável para ambas as partes entre outros aspectos.</p>



<p>O ideal é levar em consideração tanto a parte financeira do negócio, quanto a opinião da pessoa que presta os serviços.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Vincule a comissão ao pagamento do paciente</h4>



<p>Uma das práticas aconselháveis para manter o fluxo de caixa saudável é vincular o comissionamento da dentista ou do dentista ao pagamento do paciente, pois alguns tratamentos, por ter um valor parcelado.</p>



<p>Por exemplo, um procedimento custa R$ 850 e foi parcelado em 5X de R$ 170. E se a comissão ao dentista é de 30% e o procedimento for feito em uma única vez, será preciso pagar R$ 255 tendo recebido apenas R$ 170 em caixa. </p>



<p>Agora imagine que, em um mês, podem surgir vários casos similares, que podem resultar em um desequilíbrio de caixa.</p>



<p>Segundo Fernando Versignassi, se a pessoa administradora da clínica tiver capital suficiente, pode optar por fazer o pagamento antecipado. Mas caso não tenha esse fluxo saudável, é preciso deixar claro ao profissional sobre o condicionamento atrelado às parcelas.</p>



<p>“Do contrário, o risco de ter problemas de caixa é muito grande. A clínica pode se endividar, entrar no cheque especial, ter que gastar com cartão de crédito e até criar problemas de relacionamento com a pessoa contratada”, explica.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Conheça o mercado</h4>



<p>Quando se entende melhor o mercado no qual está inserido, torna-se mais fácil definir valores e modalidades de forma justa, sem prejuízos e de forma condizente com a realidade.</p>



<p>Para isso, avalie quanto e como os concorrentes comissionam os profissionais e qual suas tabelas de preço.</p>



<p>Tenha atenção ao analisar clínicas e consultórios que sejam semelhantes ao porte do seu negócio, região e procedimentos, para que esse levantamento seja coerente.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Revise os cálculos com a pessoa contratada</h4>



<p>Revisar e repassar os cálculos com cada profissional auxilia a garantir que erros e discordâncias futuras não ocorram.</p>



<p>Além disso, a transparência no pagamento da comissão cria um vínculo de confiança entre a pessoa gestora e sua equipe, reforçando a boa relação entre ambos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Conte com um software odontológico</h4>



<p>Muitas clínicas odontológicas ainda realizam todo o procedimento de pagamento e cálculo de comissão manualmente, com planilhas e outros métodos.</p>



<p>Isso aumenta muito o risco de erro, prejudicando a gestão da clínica.</p>



<p id="contrato">Contar com um <a href="https://www.simplesdental.com/software-odontologico/">software odontológico</a> é o melhor caminho para fazer a gestão e o controle das comissões de forma assertiva e acessível.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Estabeleça um contrato de parceria entre clínica e dentista</h3>



<p>Ter um contrato de parceria é fundamental para formalizar a prestação de serviço, já que a dentista ou o dentista exerce uma atividade autônoma e, portanto, não possui vínculo empregatício com a clínica.</p>



<p>O objetivo do documento é deixar claro todos os direitos e deveres de ambas as partes, regulamentando a parceria e estabelecendo um padrão de atendimento, como o período e a periodicidade em que o profissional estará na clínica.</p>



<p>Com isso, o contrato auxilia a clínica a se resguardar de possíveis equívocos e até de problemas jurídicos futuros, como processos trabalhistas.</p>



<p>De acordo com Versignassi, o contrato não vai blindar totalmente a relação entre clínica e dentista, porém é um documento que serve como justificativa em algumas situações.</p>



<p>“O principal intuito é definir as regras da parceria, além de preservar essa relação. Muitas clínicas e consultórios ainda fazem acordos verbais e quando acontecem desentendimentos, podem resultar até em denúncia no CRO”, explica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como elaborar um contrato de parceria</h3>



<p>Para elaborar um contrato de parceria, é fundamental que ele apresente as seguintes informações, sendo elas o mais específicas e detalhadas possível:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Partes envolvidas:</strong> a identificação das pessoas, físicas ou jurídicas, que assinarão o documento, com dados como nome, endereço e contato.</li>



<li><strong>Objeto do contrato:</strong> ao que se refere o contrato, nesse caso a prestação de serviço, ou a locação de espaço, a relação de sociedade, etc.</li>



<li><strong>Valor do repasse e formas de pagamento: </strong>como e quando será feito o pagamento, a modalidade de comissionamento e a tabela de valores de procedimentos.</li>



<li><strong>Direitos e deveres:</strong> as tarefas e normas que ambas as partes devem seguir, como horários, padrão de atendimento, prescrições e formas de encaminhamento, vestimentas, faltas e atrasos, etc.</li>



<li><strong>Garantias e obrigações:</strong> relacionadas a técnicas propostas para o trabalho, materiais utilizados, custos, riscos e alternativas de tratamento, entre outras.</li>



<li><strong>Duração:</strong> o período no qual o contrato será válido, formas de rescisão e o procedimento em casos como abandono de serviço, faltas recorrentes, materiais e estrutura inadequada, etc.</li>



<li><strong>Disposições gerais:</strong> a escolha do foro e demais informações que as partes julgarem pertinentes.</li>
</ul>



<p>Após a elaboração do contrato em comum acordo, o ideal é consultar um advogado para se certificar sobre a validade do documento.</p>



<p id="processos"><strong>IMPORTANTE:</strong> é imprescindível que todos sigam as diretrizes do contrato e, caso haja mudança no regime de trabalho, um novo contrato deve ser feito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Processos trabalhistas na odontologia</h3>



<p>Apesar do contrato de parceria servir de respaldo para possíveis processos trabalhistas, ele pode ser considerado inválido pela <a href="https://www.tst.jus.br/justica-do-trabalho">Justiça do Trabalho</a> se verificado que, na prática, a pessoa contratada está submetida a situações que configuram vínculo empregatício.</p>



<p>De acordo com o Artigo 3º da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452compilado.htm">Consolidação das Leis do Trabalho</a> (CLT), o vínculo empregatício exige a subordinação do dentista ao empregador, a remuneração, a habitualidade e a pessoalidade da prestação.</p>



<p>Ou seja, se o dentista trabalha obedecendo a um gestor ou superior, sob um controle de jornada, com horários estipulados para entrada, saída e descanso. E recebe uma remuneração fixa por mês e não por consultas. E além de outras características definidas na CLT, ele pode exigir seus direitos na justiça mesmo que não seja registrado em carteira.</p>



<p id="simplesdental">Por isso, é dever da clínica cumprir com seus deveres com relação às condições de trabalho para evitar que prestadores de serviço atuem como empregados, prática que ainda é muito comum entre os profissionais da saúde, seja com intenção ou por desconhecimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como o Simples Dental ajuda no comissionamento</h3>



<p>Entre as funcionalidades do módulo de gestão financeira do <a href="https://www.simplesdental.com/">Simples Dental</a>, é possível cadastrar as regras e emitir em segundos a comissão de dentistas, de forma prática, simples e intuitiva.</p>



<p>O software odontológico permite organizar todos os dados dos profissionais e informações referentes a porcentagens de cada procedimento realizado, além das parcelas.</p>



<p>Com tudo centralizado em um só lugar, o sistema facilita o controle das comissões, otimiza o tempo de gestão e reduz a probabilidade de erro na hora do cálculo do pagamento.</p>



<p>Suponhamos que um paciente tenha fechado um orçamento com três tratamentos, com atendimento feito por dois dentistas diferentes, e parcelou o valor em 12 vezes.</p>



<p>Ao configurar as regras de comissão de cada dentista, o Simples Dental calcula automaticamente quanto cada dentista deve receber e cada parcela paga pelo paciente.</p>



<p>Dessa forma, o primeiro passo é definir a regra de pagamento. A ferramenta calcula as comissões de profissionais de acordo com duas regras:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quando é finalizado o tratamento</li>



<li>Quando é pago o débito pelo paciente</li>
</ul>



<p>Depois, basta indicar o plano que a dentista ou o dentista atende, definir a porcentagem que recebe pelo procedimento realizado e indicar a especialidade a qual que se refere a comissão.</p>



<p>Na hora de pagar, você lança a despesa nos débitos da clínica automaticamente e, por meio do histórico de comissões, é possível acompanhar todo o processo de comissionamento de toda a equipe.</p>



<p>Os relatórios do software oferecem ainda a possibilidade de organizar e visualizar as remunerações feitas por dia, os pacientes e os valores das comissões aplicadas em cada tratamento.</p>



<p>Saiba mais sobre a funcionalidade no site da Simples Dental e faça o <a href="https://app.simplesdental.com/simples/cadastro">teste grátis</a>.</p>
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