
Se você está à frente de um consultório ou clínica, provavelmente já sentiu na rotina as profundas transformações da odontologia e como a relação com os pacientes não é mais a mesma de uma década atrás.
A tecnologia entrou de vez no consultório, o agendamento migrou para o celular, os tratamentos ganharam novas possibilidades e a experiência durante a consulta passou a pesar cada vez mais.
Mas, afinal, o que será que os próprios pacientes perceberam dessa transformação?
Para responder a essa pergunta, ouvimos 500 pessoas de todas as regiões do Brasil e investigamos como a relação com as clínicas, consultórios e dentistas mudou entre 2016 e 2026.
Os resultados mostram que algumas dessas mudanças também foram sentidas por quem está do outro lado da cadeira: mais pessoas passaram a ir ao dentista com regularidade, novas tecnologias ganharam espaço nos consultórios e facilidades como o agendamento pelo WhatsApp se tornaram parte fundamental da jornada de atendimento.
Neste artigo, você confere os principais resultados da pesquisa e descobre o que os últimos 10 anos revelam sobre o futuro da odontologia, da experiência do paciente à gestão da clínica.
Você encontrará nesse artigo:
Quando olham para trás, a maioria dos entrevistados no levantamento reconhecem que a última década trouxe mudanças importantes para a odontologia, tanto no setor como um todo quanto na relação do dia a dia com clínicas, consultórios e cirurgiões-dentistas.
Na própria jornada de cuidados, as mudanças mais citadas pelos entrevistados foram:
O aumento na frequência das consultas é ainda mais expressivo entre os jovens. Entre os entrevistados de até 30 anos, 34,8% afirmam ter passado a ir mais ao dentista, contra 23,4% entre quem tem mais de 30. O dado indica que as novas gerações estão construindo uma relação mais constante com o consultório.
Vale destacar que as mudanças acima não surgem de forma isolada, refletindo uma série de avanços que, na visão das pessoas ouvidas, têm marcado a evolução das clínicas e consultórios ao longo dos últimos 10 anos.
Quando questionados sobre as mudanças percebidas nesse período, o uso de equipamentos e tecnologias modernas aparece no topo da lista (81,6%), seguido pela rapidez dos procedimentos (57,4%).
Além disso, quase metade dos entrevistados ainda notaram uma preocupação maior com a experiência proporcionada durante o atendimento entre 2016 e 2026.

Na prática, o paciente observa muito mais do que o resultado do tratamento: ele repara na estrutura do consultório, no tempo que leva para ser atendido, nas opções de procedimentos disponíveis e na forma como é acolhido desde o primeiro contato.
Por isso, manter os equipamentos atualizados, investir em odontologia digital, organizar a rotina da equipe para ganhar agilidade e comunicar com clareza todos os tratamentos que você oferece, incluindo os estéticos, são passos importantes para acompanhar as expectativas de quem senta na sua cadeira.
Afinal, quando a gestão da clínica está bem organizada, sobra mais tempo para o que faz a diferença na experiência: um atendimento próximo e atento a cada pessoa.
Entre as etapas do atendimento, o agendamento foi uma das que mais evoluíram na percepção dos pacientes.
Quando o assunto são as ferramentas digitais, 7 em cada 10 entrevistados apontam a possibilidade de marcar consultas pelo WhatsApp como uma das principais facilidades dos últimos 10 anos, enquanto 44,4% destacam a praticidade da internet na hora de escolher um novo dentista.
Os avanços, na visão do público, também chegaram à sala de espera: 62% dos respondentes afirmam ter notado uma redução no tempo de espera pelas consultas, algo que associam à agilidade das secretárias de dentista e equipes de recepção.
Isso significa que, em 2026, ter praticidade na hora de marcar a consulta já é o mínimo esperado.
Se hoje os agendamentos dependem só de ligações em horário comercial, vale olhar com atenção para o WhatsApp como um possível canal do seu consultório ou clínica, com horário de atendimento claro e confirmação das consultas com antecedência, o que ajuda a reduzir faltas e a reorganizar horários vagos a tempo.
Além das mudanças no atendimento, o nosso estudo mostra que, na percepção dos pacientes, a atuação do cirurgião-dentista se ampliou na última década e passou a ser associada a novos tipos de tratamento.
Tradicionalmente ligada ao cuidado com os dentes, em procedimentos como limpezas, restaurações e extrações, a odontologia hoje é associada pela maioria dos entrevistados a tratamentos para bruxismo (66,2%) e para disfunções da ATM, a articulação temporomandibular (57,2%).
Os procedimentos estéticos também ganharam espaço nessa percepção: 46% relacionam o dentista à harmonização orofacial, e 38,6%, à aplicação de toxina botulínica.

Olhando para frente, os entrevistados apontam três pilares que devem moldar o setor odontológico: a integração cada vez maior com a estética, o avanço da tecnologia e a personalização dos atendimentos.
Para acompanhar essa transformação, não basta olhar apenas para o que acontece dentro do consultório. A gestão também precisa evoluir.
Afinal, quanto mais organizados estiverem os processos e as informações de cada paciente, mais fácil fica acompanhar o histórico, entender as necessidades de cada pessoa e personalizar o atendimento.
Com uma rotina de gestão mais simples, dentistas e equipes ganham tempo para se dedicar ao que realmente importa: oferecer um cuidado próximo, eficiente e alinhado às expectativas de quem está na cadeira.
Nas últimas semanas, foram entrevistados 500 adultos (maiores de 18 anos) residentes em todas as regiões e conectados à internet.
Ao todo, os participantes responderam a 10 perguntas, que investigaram a sua relação com clínicas e consultórios odontológicos na última década, bem como as percepções sobre a evolução do setor ao longo do período.
As perguntas a seguir reúnem os principais pontos da nossa pesquisa com pacientes e o que eles significam para a rotina do consultório. Confira este guia rápido e veja como acompanhar as mudanças do setor com tranquilidade.
Na visão dos pacientes, o uso de equipamentos e tecnologias modernas lidera a lista (81,6%), seguido pela maior rapidez nos procedimentos (57,4%). Quase metade dos entrevistados também notou que os dentistas passaram a se preocupar mais com a experiência durante o atendimento.
Sim. Para 7 em cada 10 entrevistados, agendar pelo WhatsApp foi uma das principais facilidades da última década. Vale ter um número dedicado à clínica, com horário de atendimento claro e confirmação das consultas com antecedência.
O segredo está na organização da recepção. Quando a agenda, ficha do paciente e financeiro estão integrados, a equipe encontra as informações em segundos e ganha tempo para acolher quem chega. E os pacientes percebem: 62% notaram redução na espera nos últimos anos.
Com certeza. Para 66,2% dos entrevistados, o tratamento de bruxismo já faz parte da odontologia, e 57,2% associam o dentista ao cuidado com a ATM. Comunicar esses serviços com clareza, sempre respeitando as regras de publicidade do CFO, ajuda o paciente a saber que pode contar com você.
Na nossa pesquisa, 46% dos pacientes já relacionam o dentista à harmonização orofacial. O tema, no entanto, está em discussão: em 19 de agosto de 2026, a 8ª Turma do TRF1 anulou a Resolução CFO nº 198/2019, e em nota de 20 de agosto, o CFO confirmou que recorrerá da decisão. Entenda melhor no nosso conteúdo sobre o assunto.
Com processos organizados em um só lugar, fica mais fácil acompanhar o histórico de cada paciente, personalizar o atendimento e ganhar agilidade na rotina. Faça o teste grátis da nossa solução e veja a diferença no dia a dia do seu consultório.
